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Monitoramento mostra poluição do Pirarara
Eli Batista
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006
Cacoal/RO – As águas do Pirarara, um dos principais rios da região central do Estado, apresentam vários indicadores de poluição e são consideradas impróprias para o consumo humano. A constatação foi feita pela bióloga Maria Dinar Pinheiro, como trabalho de conclusão de curso de graduação. “A contaminação da água interfere na saúde das pessoas, na autoregulação e no funcionamento dos ecossistemas”, lembrou Maria Dinar.

O trabalho foi realizado com o objetivo de verificar, através de análises físico-químicas, microbiológicas e microscópicas, o grau de poluição do Rio Pirarara, no perímetro urbano do município. Segundo Maria Dinar, as coletas de amostras de água foram realizadas com repetições entre setembro e outubro de 2005, em cinco pontos estratégicos distribuídos ao longo do rio. “As amostras foram acondicionadas e transportadas sob condições ideais até os laboratórios responsáveis pelas análises”, explicou.

Detectou-se, através das análises microbiológicas, a presença de coliformes totais e fecais e de enterobactérias em um grau elevado, deixando a água imprópria para o consumo. As análises físico-químicas evidenciaram alteração em cloreto, proveniente da quantidade de esgotos lançados diretamente ao rio.


Preservação de rios e nascentes
Segundo a pesquisadora, o estudo realizado mostra a necessidade de um monitoramento mais aprofundado nas águas do Rio Pirarara, envolvendo mais parâmetros e maiores números de pontos e coletas, que quantifiquem com exatidão as populações existentes, para que se possa chegar a conclusões mais precisas. No estudo, Maria Dinar também faz um alerta à população e às autoridades do município, para que se ocupem mais com a conservação e manejo dos rios que cortam a cidade e com a preservação das poucas nascentes nela situadas.

De acordo com Maria Dinar, o esforço conjunto trará resultados benéficos e efetivos em menor prazo. Ela sugere que sejam criadas leis que possam evitar que a população polua o rio, bem como programas contínuos de educação ambiental.
fonte: www.amazoniaavista.com
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