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Análise mostra poluição de rio
Eli Batista
sexta-feira, 14 de outubro de 2005
As águas do rio são impróprias para o consumo e para recreações
As águas do rio são impróprias para o consumo e para recreações
Ji-Paraná – Um laudo pericial realizado a pedido do Ministério Público, mostrou que as águas do Rio Machado, na região urbana de Ji-Paraná, são impróprias para o consumo e para recreações de contato primário, onde há possibilidade de ingestão de água. A análise detectou que as águas ultrapassam os índices bactereológicos permitidos – acima de 1.000 coliformes fecais e 5.000 coliformes totais por 100 mililitros. A maior parte do esgoto da cidade é lançada no rio.

O laudo foi elaborado pelo geólogo Roberto Corder e pelo engenheiro agrônomo João Alberto Ribeiro, assessores técnicos do Ministério Público. De acordo com o promotor Alan Castiel Barbosa, curador do meio ambiente, o trabalho de fiscalização está sendo desenvolvido com o apoio do Ibama, da Sedam e da Caerd, que é a empresa responsável pelo fornecimento de água no município. Segundo ele, além dos danos ao meio ambiente, a poluição pode causar doenças aos moradores que consomem a água e o peixe do rio, além dos que usam o local como recreação. Apesar da fonte da água distribuída no município ser o Rio Urupá, muitas pessoas, a exemplo dos moradores ribeirinhos, consomem a água do Machado.

Problema antigo

O próximo passo agora, segundo o promotor, será reunir representantes do Ministério Público, do Ibama, da Sedam, da Prefeitura, da Caerd e de outras entidades ligadas a área social e ao meio ambiente, para tentar resolver o problema. Ele disse que a fiscalização deverá ter continuidade e que deverão ser encontradas saídas definitivas. Uma delas seria fazer com que o esgoto deixasse de ser lançado ao rio.

O promotor esclareceu, porém, que a princípio o Ministério Público não vai impor nada. A idéia é conversar e tentar encontrar uma solução junto com as demais entidades envolvidas. “É um problema antigo, que está prejudicando pessoas carentes e o meio ambiente, então temos que entrar em consenso e tentar solucioná-lo”, disse.
fonte: Amazônia a vista
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