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Estação Ecológica do Cuniã será ampliada
Minéia Capistrano
quarta-feira, 16 de agosto de 2006
Porto Velho / RO - A Estação Ecológica de Cuniã (Esec) deve ser ampliada para 98 mil hectares até o final deste ano. A ampliação é decorrente do resultado favorável de uma consulta pública realizada neste final de semana em Porto Velho. Deste total, 85 mil hectares pertencem à capital, na área de divisa com o município de Humaitá, no sul do Amazonas.

De acordo com a superintendente substituta do Ibama, Nanci Maria Rodrigues da Silva, serão ampliadas a Estação Ecológica, área de proteção integral e a reserva extrativista, uma unidade de uso sustentável. “A comunidade que reside na reserva extrativista é co-gestora da área e foi absolutamente favorável à ampliação porque entende que a região é suscetível à invasões”, explica. Segundo a superintendente, inicialmente alguns moradores do município de Humaitá (AM) eram contra a ampliação, alegando que sobraria pouca área para a agricultura, mas acabaram entendendo a necessidade de proteção, para que seja assegurada à preservação do ecossistema para as futuras gerações.

Importância

O Ibama considera importante a área para a conservação da biodiversidade, combate ao desmatamento e para que sejam amenizados os impactos decorrentes da degradação ambiental e fragmentação do ecossistema, elementos fundamentais para determinadas espécies, como os pumas, as onças-pintadas, ameaçadas de extinção, as queixadas e os catetos. A área a ser ampliada foi considerada como de importância biológica extrema pelo Programa Nacional de Diversidade Biológica por possuir formações de transição entre floresta ombrófila aberta e cerrado e as principais nascentes dos igarapés Cuniã e Aponiã, da bacia do Rio Madeira.

Grande parte da terra está desocupada, mesmo assim, há imagens de satélites que detectam desmatamento próximo à área. Atualmente a estação ecológica possui duas áreas sem interligação, que após a ampliação ficarão interligadas e preservarão as cabeceiras dos rios e lagos que abastece o lago do Cuniã.

As comunidades extrativistas que residem no lago Cuniã vivem da pesca. A distância Esec a BR 319 é de aproximadamente dois quilômetros.
fonte: Amazoniaavista.com
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